Tradição na saúde de Goiás

A trajetória da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (SCMG) guarda uma relação muito particular com a própria história da capital de Goiás. O hospital foi aberto em 1936, apenas três depois da fundação de Goiânia pelo médico e político Pedro Ludovico Teixeira, e sua esposa, Dona Gercina Borges, uma das principais idealizadoras da Santa Casa.

O primeiro prédio da SCMG foi instalado na região central de Goiânia, onde funciona hoje o Centro de Convenções. Fruto do trabalho da Conferência de São Vicente de Paulo, com apoio das Irmãs Dominicanas e das Irmãs Vicentinas, além de autoridades políticas, empresários e profissionais liberais, a Santa Casa abraçou, de forma calorosa, a população goianiense e de municípios vizinhos. Pela excelência de seus profissionais médicos, técnicos e administrativos, não demorou muito para pacientes também de estados limítrofes passarem a buscar tratamento na Santa Casa de Goiânia.

Em 1985, a sede da SCMG foi transferida para a Rua Campinas, na Vila Americano do Brasil, onde funciona até hoje com 11 salas no bloco cirúrgico, 20 leitos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e mais 296 leitos instalados em dois pavimentos. Esse complexo hospitalar confere à Santa Casa a condição de maior hospital de atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Centro-Oeste.